Oito dias após uma operação surpresa, forças dos EUA expulsaram o presidente venezuelano Nicolas Maduro do poder durante o fim de semana. O vice-presidente venezuelano foi empossado como presidente interino, segundo informações da Reuters. O episódio ocorreu sem aviso prévio e pode alterar o cenário político regional.
Maduro enfrenta quatro acusações criminais nos EUA, incluindo narcoterrorismo, segundo a agência de notícias. O novo ocupante do Palácio de Miraflores assumiu o cargo interino, enquanto autoridades internacionais observam os desdobramentos com cautela.
A ONU/ACNUDH afirmou que a intervenção viola o direito internacional e fragiliza a segurança global. Em coletiva, a porta-voz Ravina Shamdasani ressaltou que a comunidade internacional precisa agir com uma voz única para defender a integridade territorial e a independência política.
Em relatório, o Escritório do Alto Comissionado reiterou que a intervenção coloca em risco a arquitetura de segurança internacional e indica que poderes podem agir livremente. A ONU também lembrou que o futuro da Venezuela deve ser determinado pela população local, sem interferência externa.
Contexto adicional aponta que a ONU já havia solicitado união internacional contra o uso da força na Venezuela, destacando riscos de instabilidade e militarização. O tema segue sendo analisado por especialistas em direito internacional e direitos humanos.
A comunidade internacional acompanha os próximos passos no país, com observadores destacando a importância de medidas pacíficas para restabelecer a ordem institucional. O desdobramento pode influenciar relações diplomáticas regionais e o equilíbrio de poder na região.
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