Nicaragua anunciou neste sábado a libertação de dezenas de presos do sistema penitenciário, um dia após a exigência dos Estados Unidos de libertar mais de 60 prisioneiros políticos no país. A declaração não confirmou o número exato nem se as pessoas libertadas eram detidas por motivos políticos. Não ficou claro se haverá prisão domiciliar.
Contexto internacional
À medida que o governo venezuelano passa por liberdades sob pressão norte-americana, a situação na Nicarágua diverge de forma paralela, com ações anunciadas no mesmo dia. O governo de Daniel Ortega não detalhou critérios ou condições.
Oposição nicaraguense afirmou que as libertações envolvem prisioneiros políticos, citando contatos como ex-prefeito Oscar Gadea e o pastor cristão Rudy Palacios, além de familiares. As informações foram passadas por lideranças oposicionistas à Reuters, sem confirmação oficial.
Nos Estados Unidos, a embaixada em Nicarágua reconheceu as libertações na Venezuela e pediu que Ortega siga esse exemplo. Em tom crítico, apontou que mais de 60 pessoas permanecem detidas ou desaparecidas no país, incluindo religiosos, idosos e doentes.
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