O governo brasileiro evita intervenção direta na Venezuela após a retirada de Nicolás Maduro, buscando evitar uma escalada para o caos político e social na região.
Diplomatas afirmam que a sucessão sob a presidente interina Delcy Rodríguez tem mostrado uma estabilidade aparente, mesmo com tensões entre EUA e Venezuela. O Brasil acompanha de perto.
O Itamaraty avalia que uma escalada interna seria prejudicial para a região, com impacto na fronteira e na estabilidade sul-americana, incluindo possíveis fluxos de venezuelanos para estados brasileiros.
O governo brasileiro mantém a posição de não reconhecer manuais de intervenção e amplia o canal diplomático para diálogo, sem abrir espaço para atuação diplomática direta até o momento.
Lula tem enfatizado soberania regional sem defender Maduro, mantendo críticas à invasão sem endossar o retorno do ex-presidente. O Brasil reiterou buscar paz e estabilidade para a Venezuela e a região.
Nesta semana, Lula conversou por telefone com o presidente Donald Trump para trocar impressões sobre a situação venezuelana, ressaltando a necessidade de respeitar a soberania venezuelana e evitar confrontos que comprometam a paz regional.
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