Ghislaine Maxwell se recusou a responder perguntas em depoimento a portas fechadas da Câmara dos Representantes, nesta segunda-feira, no âmbito de investigações sobre os arquivos de Jeffrey Epstein. A empreitada ocorreu na comissão de Supervisão e Reforma Governamental.
Segundo o material divulgado, Maxwell acionou o direito de permanecer em silêncio ao invocar a quinta emenda. O advogado da acusada informou que a decisão foi tomada para preservar seu habeas corpus, em meio a recursos legais pendentes.
Robert Garcia, deputado democrata pelo estado da Califórnia e membro de primeira linha da comissão, afirmou que Maxwell não respondeu a nenhuma pergunta e não forneceu informações sobre indivíduos ligados aos abusos. Ele também questionou o tratamento recebido no sistema carcerário.
Reação e contexto
Ro Khanna, também democrata, destacava que Maxwell já demonstrou disposição para colaborar em outros momentos, o que, segundo ele, contrasta com a decisão recente. O tema envolve também a possível divulgação dos arquivos de Epstein, tema de propostas legislativas para maior transparência.
A defesa de Maxwell destacou que não houve sheer sem resultados, mencionando uma petição de habeas corpus que, segundo o advogado, aponta para um processo de julgamento potencialmente injusto. A comissão não divulgou novas informações além do depoimento.
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