O governo dos EUA revogou, em 12 de fevereiro, a chamada Endangerment Finding, regra de 2009 que permitia regular emissões de gases de efeito estufa como poluente. A medida retira a base legal para leis federais sobre clima.
A decisão foi anunciada pela Administração de Proteção Ambiental, sob a gestão de Lee Zeldin. Ela abre caminho para revisar ou eliminar limites de emissões para veículos, indústria e extração de combustíveis fósseis.
Críticos afirmam que a medida desestimula avanços científicos sobre risco à saúde pública. Estudos apontam aquecimento recorde nos últimos anos e impactos como desastres climáticos, calor extremo e secas.
Em 2025, mais de 87 milhões de pessoas foram afetadas por desastres ligados ao clima. Conservacionistas alertam para riscos a espécies vulneráveis e impactos à saúde humana. Defesa ambientalista mantém preocupação com o conteúdo.
Repercussões políticas já surgem. Barack Obama disse que a decisão reduz segurança, saúde e capacidade de combater mudanças climáticas. Odinou-se a possibilidade de maior ganho de lucro para o setor fóssil, segundo críticas.
A EDF e o governador Gavin Newsom anunciaram ações legais contra a decisão. A EDF afirma que a contestação será levada à Justiça com o objetivo de considerar evidências relevantes para o público.
A EPA sustenta que a Endangerment Finding gerou restrições de consumo e custos significativos para os cidadãos. A agência vê a mudança como passo para revisões regulatórias futuras no governo federal.
Entre na conversa da comunidade