Volodymyr Zelenskyy afirmou que os Estados Unidos estão exercendo pressão indevida sobre a Ucrânia para encerrar o conflito, em meio à segunda jornada de negociações de paz entre Ucrânia e Rússia em Genebra. O encontro, mediado pelos EUA, começou na terça-feira e segue sem sinal de avanços significativos.
As conversas permanecem marcadas por posições firmes de ambas as partes, com disputas centrais sobre o controle de território no leste da Ucrânia e garantias de segurança futuras. Washington estabeleceu um prazo de junho para um acordo, enquanto Kiev e Moscou mantêm seus requisitos.
Relações diplomáticas e desdobramentos
Zelenskyy criticou publicamente o tom de Donald Trump ao instruir que a Ucrânia ceda para facilitar as negociações, classificando a postura como injusta ao exigir concessões apenas de Kiev. O presidente ucraniano disse que qualquer acordo que envolva perdas territoriais não seria aceito por referendo no país.
Segundo fontes, a posição de Kyiv continua firme quanto à integridade territorial, incluindo áreas ocupadas pelo conflito ativo no Donbas. Analistas apontam que as negociações permanecem sob forte influência de interesses externos e de alianças regionais.
Assuntos adicionais no cenário internacional
Entre temas paralelos, o rei da Dinamarca planeja uma visita de três dias à Groenlândia para expressar apoio à região autônoma, em meio a tensões diplomáticas com os EUA. As declarações de Trump sobre a necessidade de defesa nacional têm alimentado discussões com o país europeu, que mantém parceria na Otan.
Dias de cooperação internacional também coincidem com observâncias religiosas na Europa. Cristãos e muçulmanos devem iniciar, simultaneamente, o período de Quaresma e o mês sagrado do Ramadã, com práticas de jejum que variam conforme a tradição religiosa.
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