Andrew Mountbatten-Windsor esteve no radar da polícia e dos promotores dos EUA por quase 15 anos, segundo documentos recentemente tornados públicos. O ex-príncipe vem enfrentando acusações relacionadas a Jeffrey Epstein, apesar de negar qualquer conduta inadequada.
Em março de 2011, agentes viajaram à Austrália após uma vítima de Epstein contatar procuradores da Flórida, informando ter material relevante. O relato envolve Ghislaine Maxwell e apresenta menções ao então príncipe, segundo os documentos.
A vítima falou ter atuado como assistente de vestiário em um clube de Donald Trump e descreveu encontros com Maxwell, Epstein e Mountbatten-Windsor em Londres. A narrativa também cita suposta atividade sexual em propriedades de Maxwell e de Epstein.
Análise interna do Departamento de Justiça de 2019 indicou interesse em entrevistar o príncipe. Epstein faleceu meses antes, enquanto Maxwell foi condenada em 2021 por tráfico sexual de menores.
Ao longo do tempo, promotores ressaltaram pouca ou nenhuma cooperação do príncipe com as investigações. A comunicação oficial apontou que as portas permaneceram abertas caso ele deseje colaborar. Contato de assessoria não estava disponível.
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