Ucrânia e Rússia seguem em fricção diplomática e militar. Na terça-feira, autoridades russas anunciaram que destruiu 113 drones ucranianos durante a noite. Um dos ataques atingiu uma refinaria na região de Velikiye Luki, a cerca de 500 km a oeste de Moscou, provocando fogo em um tanque de armazenamento. Não houve registro de feridos entre civis ou trabalhadores, segundo o governo regional.
Na frente política, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy manifestou frustração com o ritmo das negociações e com o que chamou de táticas de atraso por parte de Moscou. Em entrevista a um programa internacional, ele afirmou que não há espaço para discussões sobre aspectos históricos que dificultem acordos de paz. O governo americano, por sua vez, informou que as conversas em Genebra teriam mostrado avanços, com compromissos para continuidade das negociações.
Avanços e cenários diplomáticos
Zelenskyy também declarou que não quer ser excluído de discussões envolvendo documentos entre a Otan e a Rússia. Enquanto isso, Washington indicou que há apoio de alguns países europeus a uma nova rodada de consultas e que outros, inclusive a União Europeia, acompanham como observadores. Funcionários dos EUA destacaram que o objetivo é alcançar um acordo de paz, sem comprometer a soberania ucraniana.
Sobre o cenário de negociações, a mediação segue com foco em temas sensíveis e possíveis compromissos de alto nível ainda não resolvidos. Observadores aguardam desenvolvimentos, com eventos internacionais marcados para os próximos dias, incluindo participação de diversas pautas entre nações da Europa e representantes da OTAN.
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