A Embaixada dos EUA em Jerusalém recomendou que o pessoal governamental não essencial e familiares deixem Israel nesta sexta-feira, por motivos de segurança. A medida acontece em meio a tensões com o Irã.
O alerta foi divulgado após uma comunicação do embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, que orientou quem quiser sair a fazê-lo hoje. A informação foi publicada pelo The New York Times.
A embaixada não detalhou os riscos específicos, apenas mencionou “incidentes de segurança” e a possibilidade de restrições de viagens no território israelense, na Cidade Velha de Jerusalém e em áreas da Cisjordânia.
Em Washington, está em curso um dos maiores deslocamentos militares para a região, em meio a negociações com o Irã sobre o programa nuclear. A última rodada de conversas, realizada na quinta-feira em Genebra, não produziu avanços claros.
O Irã já havia feito ameaças de retaliação caso seja atacado, elevando o temor de uma escalada que também envolve Israel. A situação regional levou outros países a repassar dependentes do pessoal diplomático e a evitar viagens ao Irã.
Desdobramentos regionais
- Países vizinhos anunciaram ajustes de segurança e orientações para suas respectivas equipes em Oriente Médio, à medida que as tensões se mantêm estáveis apenas em expectativa.
- Autores de políticas externas destacam a importância de informações oficiais para cidadãos e funcionários diante do cenário volátil na região.
- O cenário atual reforça a necessidade de coordenação entre embaixadas e ministérios de defesa sobre possíveis novas alterações de mobilidade e segurança.
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