Um grupo familiar foi colocado sob custódia policial em Oslo, na Noruega, por até quatro semanas, suspeito de participação no atentado à embaixada dos EUA na semana passada. A polícia informou que a investigação aponta para uma ação de explosão com dispositivo explosivo improvisado (IED).
São três irmãos e a mãe do grupo, que teriam tido envolvimento no ataque. A denúncia formal envolve a acusação de terrorismo com objetivo de matar ou causar danos significativos. As autoridades não registraram feridos no incidente.
O atentado ocorreu na entrada da seção consular da embaixada dos Estados Unidos, em Oslo, durante a madrugada. A explosão foi considerada poderosa, mas não houve vítimas entre funcionários ou civis. A operação policial resultou na detenção dos suspeitos.
Um dos homens admitiu ter colocado o dispositivo, informou a defesa. Os outros três suspeitos negam envolvimento, segundo os advogados. A investigação continua para esclarecer a participação de cada um.
A Embaixada dos EUA, que confirmou o ocorrido, não divulgou comentários adicionais sobre o caso. As autoridades norueguesas destacam que a apuração permanece em curso e que novas informações podem surgir à medida que as diligências avançam.
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