PAPA LEO pediu, nesta quarta-feira, que os países ofereçam assistência médica universal aos seus cidadãos, tratando a universalidade da saúde como um imperativo moral. A fala ocorreu em Roma, durante reunião com participantes de uma conferência de saúde organizada pela Organização Mundial da Saúde e por bispos europeus.
O Papa afirmou que a cobertura de saúde deve ser acessível aos mais vulneráveis, não apenas pela dignidade, mas para evitar que a injustiça gere conflitos. Segundo ele, a saúde não pode ser um luxo para poucos.
A reunião reuniu bispos europeus e integrantes de organizações de saúde, com o objetivo de discutir desigualdades no acesso aos serviços. O evento foi promovido pela OMS em parceria com a igreja católica.
PAPA LEO é o primeiro pontífice norte-americano. A Carta do Vaticano revela que ele enfatizou a necessidade de reduzir disparidades no atendimento médico na região.
O pontífice destacou que apenas unidos é possível construir comunidades solidárias que cuidem de todos, reforçando a ideia de que cuidar da humanidade permite que cada pessoa viva plenamente.
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