Lebrão cresce com strikes em Beirute; entregadores enfrentam rotas arriscadas
Em Beirute, a campanha de ataques aéreos de Israel se ampliou para novas áreas da cidade, mirando supostos alvos do Hezbollah. Os bombardeios ocorreram nos últimos dias e atingiram prédios e ruas movimentadas, com moradores permanecendo em casa.
Para a população, as entregas de comida se tornaram essencial, diante do desa- fio de abastecimento. Comerciantes e restaurantes dependem de entregadores para levar refeições e itens básicos enquanto a capital observa sirenes e alarmes.
Delivery workers em meio ao risco
Cerca de 3 mil entregadores trabalham para a Toters, um dos apps mais usados no país. Os motoristas são pagos por entrega e precisam manter operações mesmo com o medo constante de novos ataques.
A empresa orienta que não haja entregas em áreas cobertas por avisos de evacuação e evita deslocamentos em zonas de risco, repassando informações a colegas para evitar rotas perigosas. Mesmo com a incerteza, muitos seguem trabalhando para sustentar famílias.
Histórias de quem segue na ativa
Entre os motoristas, alguns tiveram que deixar suas casas devido a ordens de evacuação, mas ressaltam que precisam do trabalho para manter as finanças. Outros passam a conduzir com mais cautela, sempre buscando rotas alternativas para chegar aos clientes.
Há também casos de pioneirismo entre as entregas: uma motorista, incomum no setor, trabalha ao lado do marido e afirma que a colaboração entre colegas é fundamental para enfrentar a crise. O objetivo comum é manter o acesso à comida e a itens básicos.
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