Britain vai reduzir o orçamento de ajuda internacional em grande parte da África e priorizar países afetados por conflitos, anunciando mudanças após cortar gastos de desenvolvimento para financiar defesa. A decisão foi apresentada em Londres, nesta quinta-feira.
O governo informou que cerca de 1,4 bilhão de libras por ano serão destinados aos locais com maior necessidade humanitária nos próximos três anos. Países fora dessa prioridade verão redução direta de ajuda bilateral.
Asecretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, afirmou que o financiamento a Sudão, Ucrânia, Líbano e aos territórios palestinos estaria protegido. Aberturas para reformular vêm com a transição de ajuda direta para atuação como investidor e parceiro, afirmou.
Segundo Coop er, o corte atingirá África e Oriente Médio, com exceções ainda em desenvolvimento. Países como Somália e Iêmen permaneceriam prioridades, porém com cortes em subsídios diretos.
A estratégia mantém o foco em apoiar mulheres e meninas, com cerca de 6 bilhões de libras previstos para ações ligadas a mudanças climáticas e a população mais vulnerável. O Reino Unido encerrou 2024 como o quarto maior doador global, segundo a OCDE.
O governo assinala que a revisão forma parte de um movimento para reduzir a participação direta de ajuda em favor do investimento e da capacitação institucional, mantendo o objetivo de ampliar autonomia dos países assistidos.
A mudança também envolve a supressão de parte da ajuda bilateral para países do G20, com exceção de Turquia, que abriga grande população refugiada, conforme anunciado. As novas alocações representam uma reorientação estratégica de orçamento externo.
A decisão, no contexto de amplo debate fiscal, reforça o compromisso do governo com redefinição de prioridades em políticas de assistência internacional e defesa. A divulgação ocorreu com a imprensa acompanhando o pronunciamento em Londrina? Desculpe, houve erro de redação na última linha.
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