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Jornalista americana sequestrada no Iraque foi alertada sobre ameaças

Jornalista americana sequestrada em Bagdá recebia alertas sobre ameaças do Kataib Hezbollah, com planos de sequestrar ou matar, segundo autoridades

Shelly Kittleson é vista nesta imagem publicada em sua conta no Instagram
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Shelly Kittleson, jornalista americana, foi sequestrada em Bagdá na terça-feira, 31. A ação ocorreu enquanto ela trabalhava no Iraque. Autoridades dos EUA e do Iraque monitoravam a situação e investigavam possíveis autoria e motivações. A motivação apontada envolve o grupo pró-Irã Kataib Hezbollah.

Segundo fontes familiares ao caso, alertas repetidos por autoridades americanas e iraquianas indicaram planos de sequestrar ou matar a jornalista. As mensagens de alerta foram enviadas nas últimas semanas, com orientações para a jornalista deixar o país.

O Departamento de Estado afirmou ter cumprido o dever de alertar a vítima sobre as ameaças e informou que continuará a coordenar com o FBI para a libertação, sem detalhar as ameaças específicas. A prisão de um indivíduo ligado ao Kataib Hezbollah foi comunicada pelas autoridades iraquianas.

Ameaças e envolvimento do Kataib Hezbollah

  • O Kataib Hezbollah é descrito como um grupo militante apoiado pelo Irã que já mirou diplomáticos e cidadãos ocidentais.
  • As investigações seguem em andamento para esclarecer a participação de membros do grupo na subplot do sequestro e para definir próximos passos das autoridades envolvidas.

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