Péter Magyar, indicado pelo centro-direita Tisza, disse que o presidente prometeu que o novo governo poderá tomar o poder na primeira semana de maio. A aceleração mira o fim do mandato de 16 anos de Orbán.
Magyar anunciou a vitória com dois terços dos assentos no parlamento, após a eleição de domingo. A oposição pressionou pela transição rápida do poder para evitar atrasos institucionais.
Conforme a lei húngara, a sessão inaugural do novo parlamento, que escolherá o primeiro-ministro, deve ocorrer até 12 de maio. O presidente afirmou que a sessão poderá ocorrer em 6 ou 7 de maio.
Transferência de poder e mudanças no governo
Magyar afirmou que o presidente apoiará a indicação dele para o cargo de primeiro-ministro e que a transição deve favorecer a estabilidade nacional. O objetivo é uma mudança de governo sem prejuízos aos interesses do país.
Ele ressaltou que pretende reformular estruturas governamentais, criando ministérios exclusivos para saúde, meio ambiente e educação, áreas não previstas no governo atual de Orbán. O plano envolve mudanças constitucionais.
Conduta durante o mandato de transição
Magyar pediu que o governo em fim de mandato atue como caretaker e não tome decisões que comprometam o país ou atrapalhem o novo governo. O tema incluiria também uma reavaliação de pessoal no alto escalão.
O líder da Tisza também afirmou que, caso o presidente atual não renuncie, o novo governo pode promover mudanças constitucionais para afastá-lo. Segundo ele, a atual estrutura seria questionada com reformas amplas.
Entre na conversa da comunidade