O conflito entre EUA, Israel e Irã teve continuidade após mais de cinco semanas de combates, com uma trégua de 14 dias que se viu frágil. Tehran, capital iraniana de cerca de 9 milhões, registrou danos significativos, com prédios bombardeados e áreas residenciais afetadas.
Dados de satélite indicam impacto generalizado: ao menos 7.645 edificações danificadas ou destruídas no país entre 28 de fevereiro e 8 de abril. Deste total, 60 instalações de educação e 12 de saúde foram impactadas.
Na capital, conjuntos residenciais e comerciais sofreram danos relevantes, com áreas militares, industriais, civis e comerciais entrelaçadas nos clusters de destruição. Em Teerã, autoridades afirmaram que alvos militares podem coexistir com infraestrutura civil sem delineamento claro.
O governo iraniano aponta perdas significativas em setores industriais e de petroquímica, além de danos a infraestrutura civil. Um hospital em Teerã, o Gandhi, também foi atingido, segundo imagens de mídia local.
Isoladamente, na região industrial, o Mobarakeh Steel Co. e outra siderúrgia em Ahvaz sofreram ataques, levando à paralisação da produção. A indústria petroquímica próxima ao porto de Mahshahr também foi atingida, afetando cadeias de suprimento, incluindo embalagens plásticas para alimentos.
Acordos de cessar-fogo e negociações foram citados por autoridades, com relatos de planos para ampliar conversas, embora divergências permaneçam sobre o programa nuclear, o controle do Estreito de Hormuz e o apoio a grupos armados.
Autoridades internacionais destacam a dificuldade de separar alvos militares de áreas civis em cidades densas, enfatizando impactos humanitários e econômicos de longo prazo para o Irã e seus parceiros regionais.
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