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Pentágono diz que remoção de minas no Estreito de Ormuz pode levar 6 meses

Pentágono afirma que remoção de minas no Estreito de Ormuz pode levar até seis meses, com possível impacto nos preços globais de combustíveis

Petroleiros e navios de carga alinhados no Estreito de Ormuz em 11 de março de 2026, vistos de Khor Fakkan, Emirados Árabes Unidos. — Foto: AP/Altaf Qadri, Arquivo
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O Pentágono informou, em uma apresentação confidencial aos membros do Congresso dos EUA, que a retirada de minas do Estreito de Ormuz poderia levar até seis meses, com provável impacto nos preços globais de combustíveis. A avaliação foi divulgada pelo jornal Washington Post com base em fontes anônimas.

Segundo o relatório, o Irã pode ter colocado 20 minas ou mais no Estreito e em áreas próximas. Algumas teriam sido fixadas na água a distância via tecnologia GPS, enquanto outras teriam sido instaladas com embarcações pequenas, dificultando a detecção.

Um porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, contestou a notícia, afirmando que uma data de seis meses é improvável e inaceitável. Ele explicou que a informação veio de uma sessão confidencial a portas fechadas e indicou que vários pontos apresentados são incorretos.

A Guarda Revolucionária do Irã já havia alertado, em meados de abril, sobre uma zona perigosa de 1.400 quilômetros quadrados que poderia abrigar minas. O contexto envolve o fechamento quase integral do estreito desde o início da escalada no fim de fevereiro.

Antes do conflito, quase 20% do petróleo e gás consumidos mundialmente passavam pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o abastecimento global. As autoridades de defesa brasileiras destacam a importância de manter informações técnicas com cautela e confirmação de fontes.

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