Nos Estados Unidos, o governo anunciou um novo comando de guerra baseado em inteligência artificial, o SAWC, que utiliza drones e plataformas não tripuladas para vigiar e neutralizar criminosos. O foco está em cartéis e grupos narcoterroristas que atuam na América Latina, incluindo operações digitais, marítimas e submarinas.
A classificação de facções como terroristas amplia o arcabouço legal para congelar bens e conduzir ações militares diretas onde atuam. Entre os grupos mencionados estão Tren de Aragua, MS-13 e cartéis mexicanos, segundo o governo norte-americano.
Operação Lança do Sul
A operação Southern Spear visa bloquear rotas de tráfico no Caribe e Pacífico, com o emprego do porta-aviões USS Gerald R. Ford, caças e drones. Autoridades afirmam que já houve dezenas de ataques contra embarcações suspeitas, configurando a maior mobilização na região desde a Guerra Fria.
Escudo das Américas
A coalizão envolve 17 países da região, incluindo Argentina, Equador e El Salvador. O objetivo é compartilhar informações e realizar operações policiais conjuntas contra facções criminosas. Países com governos de esquerda, como Brasil, México e Colômbia, não integram a aliança inicial.
Cooperação EUA e Brasil
Apesar de acordos formais para vigiar portos e fronteiras, a relação enfrenta impasse diplomático entre Trump e Lula, com expulsões de agentes diplomáticos. Especialistas e policiais brasileiros dizem que as parcerias ainda não apresentaram resultados visíveis no enfrentamento ao crime organizado no Brasil.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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