Centenas de libaneses acompanharam o sepultamento da jornalista Amal Khalil, de 43 anos, ocorrido no sul do Líbano. A morte ocorreu durante um ataque atribuído a Israel na véspera, na vila de al-Tayri.
Testemunhas afirmam que Khalil recebeu ameaças por meio de um número de telefone israelense não identificado, indicando que seria morta caso permanecesse na área onde trabalhava. Ela era gerente de conteúdo no jornal al-Akhbar.
Durante o ataque, uma colega fotojornalista, Zeinab Faraj, ficou ferida. O ataque foi alvo de críticas internacionais e gerou condenação do governo libanês, que aponta para crimes contra a humanidade.
O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, acusou Israel pela morte de Khalil e pelo ferimento de Faraj, segundo a emissora Al Jazeera, que citou relatos de investigadores sobre um ataque anterior a um veículo na mesma região.
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