A corrupção ameaça o governo de Milei na Argentina. O foco é o chefe de gabinete Manuel Adorni, alvo de investigações sobre viagens de luxo ao exterior e aquisição de imóveis, com gastos incompatíveis ao salário de cerca de US$ 2.500 mensais. O Ministério Público e a Justiça Federal conduzem as apurações.
A cifra de suspeitas se amplia por outros indicados no círculo próximo ao presidente, incluindo o assessor da Presidência Santiago Caputo e a irmã de Milei, Karina Milei. Também há indícios envolvendo Eduardo Lule Menem, subsecretário de Gestão Institucional da Casa Rosada, em um esquema de compras de medicamentos pela Andis.
O episódio ocorreu após denúncias surgirem há mais de um mês e ganhou nova dimensão durante uma sessão do Congresso, quando Adorni apresentou apenas um relatório de atividades, mas houve questionamento sobre enriquecimento ilícito. Milei apoiou o momento, mantendo Adorni no cargo.
Casos paralelos e repercussões
Outras investigações ligam Milei ao caso Libra de 2025, envolvendo alegações de envolvimento do governo com a criptomoeda. A origem das fontes aponta para controvérsias financeiras que continuaram a acompanhar o mandato, gerando desconfiança entre a população.
Impacto político e agenda econômica
A gestão enfrenta queda de popularidade; pesquisas mostram desaprovação de Milei e de seu governo. A continuidade de medidas para estabilizar a economia, como a reforma tributária, fica em risco diante das investigações e da resistência interna.
Contexto institucional
Entre as linhas componentes, o Ministério Público e a Justiça Federal mantêm apurações sobre gastos e deslocamentos de Adorni, entidades associadas a Andis e possíveis irregularidades em aquisições de medicamentos. O desfecho depende de novos desdobramentos judiciais e de ações administrativas no governo.
Entre na conversa da comunidade