Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Nacional de Israel, mostrou um bolo na celebração de seu 50º aniversário com a temática da pena de morte para palestinos condenados por tribunais militares. O evento ocorreu no sábado, no assentamento Emunim, perto de Bayt Daras, na Cisjordânia ocupada.
A lei aprovada pelo Parlamento no fim de março prevê enforcamento 90 dias após a condenação, sem possibilidade de recurso. Em circunstâncias especiais, pode haver prisão perpéta. Limites e critérios são alvo de críticas e ações judiciais.
Contexto jurídico
Um grupo de rabinos defensores dos direitos humanos pediu à Suprema Corte que declare a lei inválida e impeça sua aplicação na Cisjordânia, em abril. A norma é vista como discriminatória por críticos e defensores de direitos humanos.
Opiniões e controvérsia
Ben-Gvir é conhecido por posições ultranacionalistas e já protagonizou controvérsias, incluindo propostas de reassentamento de palestinos. Defende ampliação de assentamentos na Cisjordânia, tema controverso na política regional.
Entre na conversa da comunidade