Ao acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia entrou em vigor em 1º de maio, após 26 anos de negociações. O bloco soma 720 milhões de consumidores, com tarifas zeradas sobre 91% dos bens europeus e 95% dos nossos para lá. O tema agrada e preocupa de forma pareja.
Para o setor de saúde, bem-estar e estética, o efeito depende de quem avalia a abertura. Clínicas com equipamentos sem certificação podem sentir pressão de preços com a entrada de aparelhos europeus mais baratos. Profissionais com formação básica enfrentam competição maior.
Quem investiu em tecnologia, treinamento e pesquisa tende a se beneficiar. O laser de origem europeia pode ficar mais acessível, assim como ativos cosméticos suíços que antes enfrentavam taxação elevada. O consumidor pode ter acesso a produtos de maior qualidade.
Impacto no setor de beleza e cosméticos
A abertura não é benefício apenas para grandes empresas; funciona como filtro. Quem fez a lição de casa vence o protecionismo velado, enquanto o mercado protegido fica mais exposto à concorrência. A mudança pode acelerar inovação local.
Para a indústria brasileira, a mudança representa oportunidade de competir em igualdade com referências internacionais. O país já produz conhecimento e profissionais qualificados. Com regras estáveis, há chance de ampliar exportações para a Europa.
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