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Armadores criticam instabilidade regulatória em meio à crise de Ormuz

Armadores criticam instabilidade regulatória no Golfo Pérsico durante a crise de Ormuz, dificultando avaliação de riscos e planejamento de navegação após a suspensão do Projeto Liberdade

Marinheiro observa petroleiro HELGA ancorado perto do porto de Basra, Iraque, em 24 de abril
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A maior associação de armadores do mundo, a Bimco, afirma que as políticas em constante mudança no Oriente Médio prejudicam a avaliação de riscos pelos navios. A suspensão do Projeto Liberdade dos EUA também foi apontada como uma surpresa.

Pelo menos três navios foram atingidos por projéteis após o anúncio do plano de trânsito feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na segunda-feira. Entre as vítimas estava um contêire da CMA CGM, segundo relatos de autoridades e imprensa.

A Bimco ressaltou que mudanças anunciadas com pouca antecedência dificultam o planejamento de saída do Golfo Pérsico. O órgão também destacou a necessidade de previsibilidade para operações de navegação na região.

Contexto regional

O Reino Unido e a França lideram um grupo que busca organizar uma missão de paz para o Estreito de Ormuz, mas apenas após o fim das hostilidades. Enquanto isso, EUA e Irã seguem em impasse sobre o controle do estreito.

Um cessar-fogo está em vigor desde 8 de abril, enquanto as partes discutem estratégias de segurança na área e o fluxo comercial que passa pelo canal marítimo estratégico.

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