O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o início da operação militar denominada Projeto Liberdade para orientar navios mercantes presos no Estreito de Hormuz. A ação seria implementada no dia seguinte, visando desobstruir a rota estratégica que tem sido fechada pelo Irã desde o início do conflito entre EUA/Israel e o país persa. A medida foi apresentada como um gesto humanitário e como demonstração de poder americano.
No primeiro dia da operação, as forças americanas trouxeram navios de guerra guiados por destróieres e um efetivo expressivo de aeronaves e pessoal, segundo a Centcom. Várias embarcações comerciais foram colocadas em uma área de segurança próxima à costa de Omã para facilitar a passagem. Parlamentares e autoridades britânicas acompanharam as primeiras transições bem-sucedidas de navios com bandeira dos EUA.
Desdobramentos no Estreito de Hormuz
Relatos da manhã seguinte indicaram que navios passaram com segurança pela via, conforme a Centcom, enquanto o Comando Central enfatizou a proteção da navegação comercial. Houve relatos conflitantes sobre incidentes no estreito, com fontes iranianas contestando algumas operações norte-americanas. No mesmo período, um navio ligado à estatal UAE Adnoc foi atingido, e houve relatos de explosões em um navio sul-coreano próximo aos Emirados Árabes.
Na sequência, autoridades dos EUA destacaram que a operação manteria o foco na liberdade de navegação, com participação de centenas de navios de diversas nacionalidades. O chanceler americano afirmou que a ação era um gesto em benefício do mundo, ressaltando o papel dos EUA na projeção de poder na região.
Pausa anunciada
Horas depois, Trump informou que o Projeto Liberdade seria pausado por um curto período, para avaliar se um acordo com o Irã poderia ser finalizado. A decisão, descrita como tomada por consenso, ocorreu em meio a relatos de avanços nas negociações diplomáticas. O governo citou progresso como razão para a suspensão temporária.
Antes da pausa, relatos de reforços militares e declarações de autoridades de defesa sinalizavam que o projeto continuaria conforme as mudanças na situação regional. Ainda assim, analistas observaram que volumes de trânsito no estreito vinham diminuindo devido a preocupações de segurança e a recentes incidentes na região.
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