A Fundação Cultural de Paisagem entrou com uma ação na segunda-feira para impedir a renovação em curso da piscina de refletoras do Lincoln Memorial, em Washington. A ação aponta violação à National Historic Preservation Act, lei de 1996 que rege mudanças em imóveis históricos. O alvo é o Departamento do Interior, órgão executivo responsável pela obra.
Segundo a ação, o projeto prevê substituir a aparência de “pedra cinza” da piscina por um revestimento de cor azul, descrito como semelhante à tonalidade de uma piscina. O valor estimado da obra é de quase 7 milhões de dólares. A entidade sustenta que a alteração não está em linha com o design original do monumento.
A ação descreve que a basílica externa da piscina é parte do design histórico e argumenta que a mudança altera elementos significativos preservados ao longo do tempo. O departamento informou que a administração de Trump tem avançado em obras públicas na capital, incluindo outras reformas em Washington.
Historicamente, o governo enfrenta questionamentos legais sobre obras de Trump em estruturações urbanas da cidade. Em março, um juiz federal bloqueou temporariamente a construção de um salão de festas acima do solo no White House, decisão suspensa posteriormente por meio de recurso.
A disputa se soma a outros processos envolvendo projetos de Trump em Brasília, com desdobramentos em diferentes instâncias judiciais. A: ação tramita para obter uma ordem de emergência que suspenda a reformulação da piscina durante o andamento do processo.
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