A China manifestou oposição às sanções impostas pelos Estados Unidos contra três empresas chinesas, classificando-as como ilegais e unilaterais. A medida seria ligada a supostas facilitações a operações militares do Irã.
Segundo o governo chinês, o país defenderá firmemente os direitos e interesses legítimos das empresas, buscando evitar uma retomada de conflitos na região. A posição é vista como sinal de resistência às pressões americanas.
O tema surgiu na véspera de reunião entre o líder norte-americano e o presidente xi jinping, quando analistas indicam que Pequim poderá impor limites a questões sensíveis entre as duas potências.
Especialistas apontam que a visita de Donald Trump a Pequim não deve se limitar a esse episódio. A China, segundo eles, já tem limites definidos, incluindo a não condenação de empresas chinesas que mantêm negócios com o Irã.
Para o analista Leonardo Trevisan, há indicação de apoio da China ao Irã, o que pode impactar as perspectivas de cooperação entre EUA e China. Trevisan concedeu entrevista ao Conexão Record News.
Limites traçados para a visita de Trump
A interlocução entre as partes ocorre em um momento de tensão diplomática, com Pequim sinalizando sua linha diante de sancões estrangeiras. O desfecho da reunião ainda depende de negociações diplomáticas, sem previsão de mudanças imediatas.
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