Donald Trump chega à China nesta quarta-feira, 13, para uma viagem de negócios em meio a uma das mais acirradas guerras comerciais. O tarifaço acumulado está próximo de 150%, e o presidente americano busca acordos com a delegação integrada por 16 executivos de grandes empresas, entre elas a Apple, X e Meta.
Xi Jinping recebe o visitante em meio a tensões comerciais e a disputa por cadeias de suprimentos globais. O encontro visa estabelecer condições para negociações que reduzam tarifas e ampliem cooperação econômica entre os dois países.
Contexto histórico
A época pós-Guerra Fria mudou a relação econômica global, com a China ampliando produção e exportação. Em 2011, o governo americano lançou estratégias para o Pacífico, fortalecendo alianças e regras comerciais que impactaram o comércio chinês.
Cenário atual e perspetivas
A China permanece, segundo dados oficiais, como principal parceira comercial de muitos países. A viagem de Trump ocorre em meio a um redesenho de estratégias comerciais dos EUA, com foco em reconfigurar a cadeia de suprimentos global.
Participantes e objetivos
A delegação inclui executivos de tecnologia e indústria para discutir condições de mercado, tarifas e cooperação tecnológica. O objetivo declarado é facilitar negócios e reduzir tensões decorrentes das tarifas.
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