Donald Trump desembarca em Pequim para reunião com Xi Jinping, em meio a tensões com o Irã. O líder americano parte para a China com a expectativa de pressionar Beijing a agir sobre o conflito no Médio Oriente, enquanto a economia global segue sob efeitos do cenário geopolítico. O objetivo declarado é impedir que o Irã obtenha armas nucleares.
Antes da viagem, Trump disse aos repórteres que não considera o impacto econômico da guerra sobre os americanos, mantendo o foco no programa nuclear iraniano. A declaração ocorreu durante a saída para o roteiro diplomático na China, onde o tema Irã deve dominar as conversas com Xi.
Economia e energia em destaque: a inflação nos EUA subiu 3,8% em abril em relação ao mesmo mês de 2025, segundo o Bureau of Labor Statistics, com os custos de energia pressionando o índice. Em março, o IPC subiu 3,3%, ante 2,4% em fevereiro.
Desde o início da atual ofensiva, os preços da gasolina no país ultrapassaram 4,50 dólares por galão, alimentando temores de manutenção da alta enquanto o estreito de Hormuz permanece praticamente fechado, impactando o suprimento global de petróleo.
Trump afirmou que suas políticas estão funcionando de forma “incrível” e reforçou que a situação econômica não guia suas decisões sobre o Irã. O presidente também disse buscar ajuda da China para abrir o estreito de Hormuz, mas indicou que não depende de apoio externo para vencer o conflito, seja de forma pacífica ou não.
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