O governo dos EUA anunciou nesta segunda-feira, 18, que aeroportos norte-americanos terão medidas de detecção de Ebola. Haverá restrições de entrada para passageiros que viajaram para Uganda, RDC ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias.
As ações visam evitar a entrada de infectados. A triagem inclui verificação de sintomas, aferição de temperatura e encaminhamento para avaliação médica, quando necessário.
A medida abrange os principais aeroportos internacionais do país, como Nova York, Atlanta, Chicago, Dallas, Houston, Los Angeles, Miami, Newark e Washington, segundo o Departamento de Segurança Interna.
A decisão foi tomada após confirmar casos de Ebola na RDC e em Uganda, com autoridades ressaltando a importância da detecção precoce e do isolamento.
O Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976 na África. A doença pode causar febre, dores no corpo, vômitos, diarreia e hemorragias; não há cura específica, apenas suporte médico.
Detalhes operacionais apontam que passageiros com sintomas ou contato com infectados serão avaliados e, se necessário, isolados, para impedir a propagação.
A medida reforça a cooperação internacional e a vigilância contínua como instrumentos de proteção da saúde pública.
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