O Centers for Disease Control and Prevention (CDC) confirmou no dia 18 de maio que um cidadão americano testou positivo para Ebola, após ter sido exposto durante trabalho na República Democrática do Congo. A confirmação ocorreu após o aparecimento de sintomas no fim de semana.
A pessoa desenvolveu os sinais da doença no fim de semana e recebeu o resultado positivo na noite de 17 de maio. O CDC trabalha com o Departamento de Estado para transferi-la para a Alemanha para tratamento, acompanhado de seis contatos de alto risco para monitoramento.
Situação internacional
Na mesma data, a Organização Mundial da Saúde informou o surto do vírus Bundibugyo, uma espécie de Ebola, com pelo menos 80 mortes e cerca de 250 casos suspeitos até 16 de maio, na região leste da RDC.
O risco para a população dos Estados Unidos é considerado baixo pela OMS e pelo CDC. As autoridades ressaltaram que a disseminação ainda não caracteriza pandemia segundo os padrões internacionais.
Medidas de vigilância e viagens
O CDC, o Departamento de Segurança Interna e outros órgãos federais adotam medidas de saúde pública para impedir a entrada do vírus nos EUA. Entre as medidas, estão restrições de entrada para viajantes com passaporte não americano que estiveram em Uganda, RDC ou Sudão do Sul nos 21 dias anteriores.
Orientações de viagem enfatizam evitar contato com pessoas doentes e relatar rapidamente qualquer sintoma, além de seguir as diretrizes oficiais de viagem.
Ação em andamento
O CDC confirmou que a transferência internacional da paciente está em curso, com coordenação de autoridades de saúde estaduais e federais. A resposta também envolve monitoramento de demais contatos e ajustes operacionais conforme necessário.
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