O uso de um funcionário americano que contraiu Ebola na República Democrática do Congo foi confirmado pelas autoridades de saúde dos EUA. O caso ocorreu enquanto a pessoa trabalhava na região afetada. O indivíduo desenvolveu sintomas no fim de semana e foi testado positivo no domingo. A evacuação dele ocorreu para a Alemanha, segundo a CDC.
Outras seis pessoas estão em processo de evacuação, tratamento ou monitoramento. Aproximadamente 25 funcionários da representação dos EUA na DRC estão envolvidos. A CDC planeja enviar mais uma pessoa de Atlanta, para apoio logístico.
Para conter a disseminação, a CDC e o Departamento de Segurança Interna anunciaram medidas de rastreamento sanitário mais rigorosas para passageiros vindos da região. Não-americanos com passagem por Uganda, DRC ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias seriam alvo de restrições de entrada.
Medidas de vigilância e alcance
As autoridades destacam ações como identificação de viajantes expostos, reforço da resposta de proteção sanitária na porta de entrada, rastreamento de contatos, capacidade de testes laboratoriais e prontidão hospitalar no país. O período inicial das medidas é de 30 dias.
Na região, já são 10 casos confirmados de Ebola, 336 suspeitos e 88 óbitos no DRC. Entre as vítimas estão pelo menos quatro profissionais de saúde. O risco imediato para o público dos EUA foi considerado baixo pela CDC.
O consórcio de órgãos internacionais segue monitorando o cenário. A Organização Mundial da Saúde classificou a situação como emergência de saúde pública de interesse internacional, em relação à cepa Bundibugyo, presente no DRC e em Uganda.
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