O porta-aviões Nimitz chegou ao Rio de Janeiro no dia em que Lula se encontrou com Trump na Casa Branca, marcando a retomada de exercícios entre Brasil e Estados Unidos. A embarcação, nuclear, ficou ancorada na Guanabara por quatro dias, após suspensão de atividades conjuntas em 2025.
O retorno dos exercícios ocorreu em meio a tensões políticas entre os governos brasileiro e americano. O Ministério da Defesa havia interrompido as atividades com estrangeiros no cenário de crise diplomática, mas redes de cooperação militar permaneceram abertas através de canais técnicos entre as forças.
A cooperação com a França continuou estável. O Corpo de Fuzileiros Navais participou da operação anfíbia Jeanne d’Arc, realizada na costa do Rio de Janeiro, com navios franceses e brasileiros, destacando confiança mútua entre as marinhas.
Em termos de calendário, o Brasil manteve aproximação com a França neste ano e confirmou participação do Exército brasileiro no exercício CORE, nos EUA, buscando manter parcerias estratégicas enquanto as questões políticas eram ajustadas.
Paralelamente, a Marinha retomou a 11.ª edição da Operação Southern Seas com o Nimitz, que seguiu da costa oeste para a leste, passando por Equador, Chile e Argentina, com exercícios entre as frotas locais. A Embaixada dos EUA ressaltou a missão como compromisso com segurança marítima.
Ao lado do Nimitz, participaram navios de apoio da US Navy, e o grupo-tarefa brasileiro incluiu a fragata Defensora, a corveta Barroso e o submarino Humaitá, consolidando atividades conjuntas apesar de controvérsias políticas entre Brasília e Washington.
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