O tiroteio atingiu o Centro Islâmico de San Diego, na Califórnia, deixando três mortos, incluindo um segurança, nesta segunda-feira. Dois suspeitos adolescentes foram encontrados mortos em um carro próximo ao local, com ferimentos de arma de fogo, possivelmente autoinfligidos. A polícia trata o caso como crime de ódio.
O presidente Donald Trump afirmou a repórteres, em evento na Casa Branca, que recebeu atualizações preliminares sobre o incidente e que a administração continuará a monitorar a situação. Ele disse que o briefing está sendo feito na mesquita e que é uma situação grave, sem oferecer mais detalhes.
Segundo o FBI, Mark Remily, agente especial responsável pela agência em San Diego, informou a polícia que os suspeitos adultos não foram encontrados; já o chefe de polícia local, Scott Wahl, confirmou que os dois adolescentes morreram possivelmente por ferimentos causados por armas de fogo autoinfligidos. As autoridades destacam que hoje o episódio é visto como crime de ódio.
Desenvolvimento da investigação
As autoridades ressaltam que o tiroteio ocorreu no maior centro religioso da região, elevando a comoção e acionando protocolos de resposta rápida. A apuração envolve o FBI, a polícia de San Diego e outras forças de segurança, com coleta de evidências no local.
A polícia não detalhou motivações ou possíveis vínculos entre as vítimas e os suspeitos. A investigação busca confirmar se houve premeditação, além de identificar possíveis cúmplices ou motivações específicas para o ataque. Mais informações devem ser divulgadas pelas autoridades conforme avançar o inquérito.
Entre na conversa da comunidade