O Congresso Judaico Mundial realizou, em Genebra, entre 10 e 12 de maio, sua reunião de diretoria. A pauta foi a preocupação com o antissemitismo crescente e suas ameaças a democracias.
Líderes e representantes de mais de 100 países participaram do encontro, que celebrou 90 anos de atuação da instituição. A troca de experiências integrou as deliberações com foco na proteção da vida judaica.
Entre os signatários estiveram 32 enviados especiais e coordenadores de combate ao antissemitismo, de mais de duas dezenas de países e organizações internacionais, incluindo o brasileiro Fernando Lottenberg.
Declaração conjunta: principais pontos
O documento defende o fortalecimento da segurança das comunidades judaicas, a responsabilização de autores de atos antissemitas, a intensificação da educação sobre o Holocausto e a coordenação internacional para combater o ódio antissemita online e offline.
Apesar de divergências políticas, as nações democráticas reiteraram que o antissemitismo não pode ser tolerado em hipótese alguma. A carta foi emitida em Genebra pela rede SECCA, durante a reunião.
Brasil contou com a participação de Chella Safra, chair do Congresso Judaico Mundial, e de Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil e comissário para o Combate ao Antissemitismo. Eles destacaram a relevância de atuar dentro de estruturas comunitárias e multilateralmente.
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