Todd Blanche, atual procurador-geral adjunto dos EUA, afirmou nesta terça-feira que não recomendaria clemência para Ghislaine Maxwell. O pronunciamento ocorreu durante uma audiência no Senado sobre o orçamento do Departamento de Justiça.
Maxwell, associada de longa data de Jeffrey Epstein, cumpre pena de 20 anos por crimes de tráfico sexual. Até outubro, a Suprema Corte rejeitou ouvir sua apelação. O contexto legal envolve uma série de recursos já apresentados pela ré.
Durante a audiência, Blanche respondeu a uma pergunta de um senador sobre o compromisso do Departamento de Justiça em não apoiar um perdão à Maxwell. O ex-advogado pessoal de Trump reiterou a posição institucional, sem comentar procedimentos específicos.
Desdobramentos no tratamento do caso
Autoridades e advogados envolvidos destacam que o tema do perdão tem gerado controvérsia entre surviventes e seus representantes. Relatos de bastidores apontaram divisão entre congressistas sobre eventual clemência em troca de cooperação no caso Epstein.
Contexto recente do caso
Relatórios indicam que Maxwell foi transferida, em 2025, de uma prisão de segurança baixa na Flórida para um complexo de segurança mínima no Texas. A mudança foi descrita como incomum na época e gerou discussões sobre tratamento diferenciado.
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