O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que não haverá escalada de ações contra Cuba, mesmo após o governo americano anunciar o indiciamento de Raúl Castro. A declaração foi feita a jornalistas e publicada pelo The Guardian.
O anúncio de indiciamento envolve Raúl Castro pelas mortes de quatro ativistas cubano-americanos no abate de dois aviões civis em 1996. Trump já havia adotado medidas duras contra Cuba antes do caso, incluindo ameaça de tarifas sobre petróleo e sanções adicionais ao regime.
Trump questionou a necessidade de qualquer ação militar direta contra Cuba, dizendo que o país está “caindo aos pedaços” e que o regime comunista perdeu o controle. Não confirmou planos de intervenção semelhante à operação na Venezuela.
O governo norte-americano vinha sinalizando medidas contra Cuba, citando bases militares e de inteligência na ilha. Internamente, havia especulações sobre um possível envio de força militar, especialmente após a chegada de navios de alto valor aos arredores do Caribe.
Contexto e desdobramentos
Nesta semana, o porta-aviões USS Nimitz e seu grupo de ataque chegaram ao Caribe, o que alimentou o debate sobre possíveis ações contra Cuba, segundo reportagens de veículos norte-americanos. Autoridades não confirmaram qualquer operação iminente.
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