Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

F-47 invisível aos radares mira liderar enxames de drones e superar o F-35

F-47 funciona como centro de comando voador, comandando enxames de drones com IA e lasers, elevando furtividade e integração frente ao F-35

Enquanto os caças de quinta geração (como F-35 e F-22) são plataformas isoladas extremamente avançadas, os de sexta geração funcionam como centros de comando voadores
0:00
Carregando...
0:00

O novo caça F-47, de sexta geração, foi apresentado como parte da aposta dos Estados Unidos para superar o F-35. Segundo autoridades militares, a aeronave funciona como um centro de guerra aérea conectado, combinando IA, lasers e comando de enxames de drones. A promessa é ampliar a capacidade de combate em cenários de alto nível de threat.

Diferente dos caças de quinta geração, que operam de forma quase autônoma, o F-47 funciona como um centro de comando voador. A aeronave coordena drones leais, compartilha dados com outras plataformas em tempo real e utiliza IA para processar informações de múltiplos sensores simultaneamente. A furtividade é elevada a um novo patamar.

Os lasers de alta energia, entre 100 kW e 300 kW, atuam contra mísseis, drones e aeronaves inimigas com energia elétrica gerada a bordo. Ao mesmo tempo, o sistema permite controlar de 5 a 10 drones por caça, que executam reconhecimento, ataque eletrônico ou ações de engodo, sob supervisão do piloto via realidade aumentada.

Programas e parcerias

Os programas NGAD e GCAP representam abordagens distintas para a sexta geração. Nos EUA, a NGAD já voa com protótipos desde 2019, com a Boeing escolhida para produzir o F-47 a partir de 2025, com foco no Pacífico frente a defesas aéreas avançadas da China. A GCAP envolve Reino Unido, Itália e Japão com o Tempest, esperando voo de demonstração em 2027 e entrada em serviço em 2035.

No cenário europeu, o FCAS trabalha com demonstrações previstas para 2027 e visa soberania industrial. A China desenvolve o J-6G, com três motores, buscando competir com o NGAD até 2035 como parte de seu plano de modernização da aviação militar.

O que muda na prática

Entre as mudanças, houve ênfase na integração de sistemas, no uso de redes de dados e na atuação com armamento de energia dirigida. O F-47 não depende apenas de velocidade ou furtividade isolada; o objetivo é criar uma rede de combate coordenada, com vigilância, defesa e ataque mediados pela IA. A expectativa é de que a próxima década traga protótipos em serviço efetivo. Fontes: divulgações oficiais de defesa e relatos da indústria.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais