O Itamaraty pediu ao embaixador brasileiro na Coreia do Sul, Fernando Meirelles Pimentel, que busque saídas para resolver o rombo bilionário deixado pela Posco. A exigência ocorre após a Justiça determinar o pagamento de R$ 1 bilhão relacionado à construção da Companhia Siderúrgica do Pecém, no Ceará.
A obra foi realizada com a participação da Posco e da Vale. Depois da conclusão, a subsidiária brasileira, criada em 2021 para as obras, pediu falência, e a dívida ficou em aberto.
A dívida coloca a União entre os credores, com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional tendo direito a receber mais de R$ 40 milhões. O governo busca diálogo para evitar maior judicialização.
Credores formaram uma associação com apoio de figuras públicas, entre elas o ex-ministro José Eduardo Cardozo. A entidade pretende ampliar o empenho do governo para encerrar o caso e reduzir desgastes diplomáticos.
O Painel tentou ouvir a Posco por meio de suas operações no Brasil, mas não obteve resposta. A instituição aponta a importância de uma solução que garanta pagamento sem recorrer a novas disputas judiciais.
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