Oito estudantes de um internato foram detidas nesta sexta-feira (29/5) no Quênia, acusadas de envolvimento no incêndio que matou 16 alunas e deixou 79 feridas na instituição. As prisões são parte de uma investigação que também envolve docentes e outras testemunhas.
Segundo a polícia, as equipes realizaram entrevistas com estudantes, professores e membros da comunidade escolar. Também são analisadas imagens de câmeras de segurança para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
O incêndio teve início por volta da 0h45 no dormitório da segunda andar da Academia de Meninas Utumishi, em Gilgil, que abriga mais de 800 estudantes. O fogo foi controlado por volta das 3h, segundo autoridades.
A Polícia local pediu calma aos pais das vítimas, afirmando que as apurações continuam para determinar a causa exata. A DCI assegura que a investigação é completa, profissional e imparcial, com foco em entender o que aconteceu.
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