A Rússia intensificou o bombardeio à Ucrânia na madrugada de ontem, com centenas de drones e dezenas de mísseis. Ao menos 23 pessoas morreram e 130 ficaram feridas, segundo autoridades ucranianas. Kiev informou que cidades atingidas incluem a capital e Dnipro.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que Moscou pode lançar novos ataques nas próximas horas. A ofensiva ocorre após alertas de ataques sistemáticos contra Kiev, que seguem um ataque com drone a um dormitório na região de Luhansk, controlada pela Rússia, no mês passado. Kiev sustenta que não houve responsabilidade ucraniana pelo dormitório.
A ofensiva de ontem representou o terceiro grande ataque a Kiev em menos de um mês, em meio à escalada militar desde a invasão de 2022. A Rússia continua mirando cidades ucranianas como parte de uma estratégia de pressão militar contínua.
Contexto e desdobramentos
O ataque provocou casas incendiadas e deslocamentos locais, conforme relatos de serviços de emergência. Ainda não houve confirmação oficial sobre o número exato de vítimas em todas as áreas atingidas. Autoridades ucranianas trabalham para avaliar danos e fornecer assistência às pessoas afetadas.
Analistas destacam que a trégua ou cessar-fogo não foi anunciada, mantendo o conflito em estado de alta tensão. O governo russo não divulgou explicações oficiais para a ofensiva, mantendo o foco em ações militares no terreno.
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