O conflito entre Israel e o Hezbollah se intensificou após a entrada da milícia xiita libanesa no front, com tiros de foguetes e drones contra Israel, no dia seguinte ao início das hostilidades. O objetivo de Israel era expelir o grupo da fronteira norte, já enfraquecido por derrotas anteriores, mas a tarefa permanece complexa.
Ao redor do antigo conflito, EUA e Irã aceitaram um cessar-fogo em 7 de abril. Mesmo assim, Israel elevou a sua campanha contra o Hezbollah, levando a ataques repetidos que se estenderam pelo território libanês. O Hezbollah não integrou o acordo e as ações continuaram de forma intermitente.
Em 10 dias, o cessar-fogo entre Israel e o Líbano foi acordado, mas o Hezbollah não assinou. Desde então, os combates entre as partes prosseguiram, com novas ofensivas de Israel no mês de maio. O Irã ameaçou suspender negociações com os EUA sobre um acordo provisório de paz.
Após conversas com as partes, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que Israel e Hezbollah teriam concordado em cessar disparos entre si. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o país continuará operando no sul do Líbano, desde que o Hezbollah interrompa os ataques a cidades israelenses.
Desdobramentos diplomáticos
- O governo americano afirmou manter contato com Israel e o Líbano para evitar escaladas.
- Netanyahu ressaltou que ações ofensivas contra Beirut não seriam realizadas caso os ataques a Israel cessem.
- A situação permanece sob vigilância internacional, com apoio de aliados para monitorar o cumprimento de quaisquer acordos.
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