O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira que irá à Cúpula do G7, marcada para Évian-les-Bains, na França, entre 15 e 17 de junho. O encontro reunirá líderes internacionais e terá a presença anunciada do presidente dos EUA, Donald Trump.
Lula afirmou que decidiu ir ao G7 para buscar uma resposta às crises mundiais por meio da reforma da governança global, em vez de desmantelar a cooperação multilateral. O objetivo é fortalecer instituições internacionais, principalmente a ONU.
O chefe do Executivo sinalizou que a participação brasileira pretende defender uma ampliação do Conselho de Segurança, com mais membros permanentes, incluindo países da América Latina e África. Ele criticou o formato atual do G7 como excludente.
Segundo o presidente, a geopolítica atual não condiz com a de 1945, data de criação do G7. O Brasil já tem enfatizado a necessidade de mudanças para ampliar representatividade e participação na tomada de decisões globais.
Detalhes sobre a agenda específica do Brasil na cúpula ainda não foram divulgados. A preparação envolve questões de cooperação econômica, clima, comércio e segurança internacional, temas com foco na visão brasileira de governança mundial.
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