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EUA respeitarão limites tarifários em acordos com UE e Japão, diz representante

EUA manterão limites tarifários em acordos com a União Europeia e Japão; novas tarifas por trabalho forçado podem elevar tarifas acima de 15%, conforme Seção 301

Jamieson Greer, representante comercial dos EUA, durante uma audiência do Comitê de Orçamento e Finanças da Câmara dos Representantes em Washington, DC, EUA, na quarta-feira, 22 de abril de 2026
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Os Estados Unidos devem respeitar os limites tarifários estabelecidos em acordos com a União Europeia e o Japão. A decisão se baseia em novas tarifas planejadas por Washington sobre produtos vinculados ao trabalho forçado.

O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, comunicou a jornalistas à margem de uma reunião ministerial da OCDE, em Paris. Ele afirmou que “um acordo é um acordo”, ao comentar o compromisso.

Os acuerdos firmados com UE e Japão preveem tarifas máximas de 15% para a maioria das importações desses parceiros. Na prática, novas tarifas foram anunciadas após avaliação de bens produzidos com trabalho forçado.

Contexto das tarifas

A União Europeia ficaria sujeita a uma tarifa de 10% e o Japão, de 12,5%. Uma investigação adicional da Seção 301 pode elevar as tarifas totais acima de 15% para produtos dessas economias.

Greer disse que o entendimento reconhece a possibilidade de impor tarifas “até um determinado nível” e que as investigações dão ao presidente autoridade para agir. Os resultados da segunda avaliação devem sair em semanas, segundo o representante.

O objetivo é compatibilizar as conclusões das investigações com os acordos já firmados. Segundo ele, as duas medidas podem coexistir, buscando eliminar barreiras comerciais injustas identificadas nas investigações.

Greer ressaltou que a administração tem preocupação com o trabalho forçado desde o início e com a insuficiência de alguns países em adotar medidas eficazes para combatê-lo.

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