O Hezbollah rejeitou o acordo de cessar-fogo entre Israel e Líbano, mediado pelos Estados Unidos, mesmo após o anúncio de Washington sobre a proposta. Israel manteve ataques no sul do Líbano e disse não abrir mão da retirada.
O acordo previa que o Hezbollah suspendesse os ataques e se retirasse de áreas do sul próximas à fronteira. O grupo xiita, que não participa das negociações, chamou a proposta de vergonhosa e afirmou que a resistência continuará enquanto houver ocupação.
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Desdobramentos militares
Os combates entre Hezbollah e Israel foram retomados em 2 de março. O ministro da Defesa de Israel afirmou que o país manterá ataques e operações terrestres na região, com objetivo de desmantelar a infraestrutura do grupo.
Fontes de segurança reportaram ataques aéreos israelenses no sul do Líbano. Foram registrados bombardeios em Sohmor, segundo a Agência Nacional de Notícias do Líbano, enquanto aeronaves sobrevoaram Beirute.
Repercussões diplomáticas
O presidente libanês, Michel Aoun, comentou que a proposta de cessar-fogo de Washington representa uma oportunidade para um acordo abrangente, desde que haja concordância entre as partes. O conflito continua a afetar a segurança regional e as negociações, com a posição do Hezbollah em foco.
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