O Departamento de Defesa dos Estados Unidos atualizou nesta segunda-feira uma lista de empresas chinesas que supostamente ajudam as Forças Armadas do país, após encontros entre líderes dos dois países em Pequim. A divulgação levou a protests oficiais de Pequim, que pediu o fim da repressão às empresas chinesas.
A lista inclui Alibaba, Baidu e BYD, além de outras grandes companhias de tecnologia e de veículos elétricos. A atualização vem meses após uma designação anterior que foi retirada sem explicação, e mantém semelhanças com uma versão publicada em fevereiro.
Duas fabricantes de chips de memória, ChangXin Memory Technologies e Yangtze Memory Technologies, foram reincorporadas ao documento. autoridades americanas afirmaram que a lista serve como alerta para empresas, governo e público dos EUA.
Reação de Pequim
O porta‑voz do Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou veemente oposição à generalização do conceito de segurança nacional dos EUA e à repressão de empresas chinesas. Pequim pediu que Washington reverta práticas consideradas equivocadas.
Reações das empresas
A Baidu negou ter ligação com o setor militar, classificando as acusações como infundadas e prometeu buscar a retirada da lista. A Alibaba também negou ter relação com atividades militares, classificando a inclusão como erro e sinalizando medidas legais. BYD não emitiu pronunciamento público específico nesta leitura.
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