O governo dos Estados Unidos negou vistos a parte da delegação iraniana e ao árbitro Omar Artan, da Somália, durante a Copa do Mundo. Em Washington, Andrew Giuliani afirmou que cerca de 35 equipes já entraram sem dificuldades, justificando as negativas por razões de segurança.
Segundo o diretor-executivo da força-tarefa da Casa Branca, a medida visa impedir a entrada de pessoas com más intenções, usando a Copa como pretexto. Os oficiais não detalharam os vínculos alegados, citando segurança nacional.
O árbitro somaliano, que teve a entrada proibida, foi recebido com saudações em seu país de origem. Artan afirmou não estar desanimado e indicou que pretende disputar a próxima Copa do Mundo, mesmo com as restrições.
Análise e Contexto
Para o professor Ricardo Boff, a Fifa atua sob o regulamento, mesmo diante de limitações impostas pela soberania anfitriã. O especialista ressalta que casos de deportação não têm precedentes recentes, apesar de tensões políticas no cenário internacional.
Boff também comentou sobre o cenário entre EUA e Irã. A possibilidade de uma partida entre as duas seleções é considerada de alto risco, com impactos potenciais na percepção pública e na segurança.
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