Um drone marítimo foi utilizado para resgatar dois tripulantes de um helicóptero do Exército dos EUA que caiu no litoral de Omã no início desta semana. O resgate ocorreu na região do estreito de Hormuz, sob operação da Força-Tarefa 59. Em aproximadamente duas horas, os soldados foram retirados com segurança e estão em estado estável.
O drone foi identificado pela Marinha dos EUA como o modelo Corsair, fabricado por uma empresa com sede no Texas. O equipamento mede cerca de 7,3 metros, suporta até 450 kg de carga e pode atingir velocidades superiores a 64 km/h. A missão destacou o uso crescente de plataformas não tripuladas na região.
Detalhes do equipamento
Especialistas entendem que o Corsair, com câmera 360 graus, radar de navegação e sensor para captar comunicações, tem potencial de transportar três a quatro pessoas, dependendo da configuração. A Marinha já opera cerca de 50 unidades dessa linha de drones.
Contexto operacional
O Corsair integra a recém-criada Força-Tarefa 59, primeira unidade naval dedicada a sistemas não tripulados, estabelecida em 2021. O Pentágono planeja ampliar o emprego de drones na região, com contrato de US$ 392 milhões para embarcações autônomas firmado no ano anterior.
Sobre a missão
Embora possa operar de forma autônoma, a missão de resgate provavelmente foi conduzida por controle remoto para precisão no local. O uso do drone reduz riscos para equipes, sobretudo em situações de alto risco como o estreito de Hormuz.
Reações e informações oficiais
O Centcom confirmou o resgate e a localização dos dois soldados, que foram içados por helicóptero após o resgate inicial. As autoridades destacaram que a operação reforça a utilidade de drones em missões de salvamento em ambientes hostis.
Entre na conversa da comunidade