A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para os impactos do calor extremo na Europa e para o aumento de mortes associadas, com desidratação, insolação e agravamento de doenças crônicas entre as principais preocupações de saúde pública. A mensagem reforça a necessidade de proteção e adaptação às mudanças climáticas.
A OMS destaca que ondas de calor têm se intensificado em várias regiões do continente, levando a elevações significativas no número de óbitos relacionados ao calor. França, Espanha e Itália têm registrado temperaturas acima de recordes históricos, o que demanda ações coordenadas.
Entre as medidas sugeridas, a organização recomenda políticas públicas que fortaleçam a resiliência de cidades e comunidades. Isso inclui criação de áreas verdes, melhoria do sistema de saúde e campanhas de conscientização sobre os riscos do calor extremo.
O impacto do calor não se limita à saúde: afeta também a agricultura, a disponibilidade de água e a biodiversidade, contribuindo para consequências mais amplas das mudanças climáticas na Europa.
A OMS afirma que a adaptação às mudanças climáticas é prioridade global e que a cooperação internacional é essencial para mitigar os efeitos do calor extremo e proteger populações vulneráveis.
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