Keir Starmer anunciou nesta segunda que renuncia ao cargo de líder do Partido Trabalhista, abrindo caminho para a escolha de um novo premiê. O processo deve indicar o próximo líder britânico até o retorno do Parlamento, em setembro, colocando o Reino Unido diante do sétimo chefe de governo em dez anos.
A eleição interna exige que qualquer candidato obtenha apoio de 20% dos deputados trabalhistas, o que corresponde a 81 parlamentares, incluindo o próprio candidato. Além disso, há exigências de apoio entre organizações de base e entidades filiadas, como sindicatos.
Se houver mais de um postulante qualificado, a decisão ocorrerá por voto entre filiados e entidades afiliadas ao Partido Trabalhista. O vencedor se torna primeiro-ministro ao final do processo.
Inscrições e cronograma foram anunciados pelo órgão dirigente do partido. A partir de 9 de julho, candidaturas ficarão abertas e deverão encerrar antes do recesso parlamentar, previsto para 16 de julho. O objetivo é concluir o pleito até 1º de setembro, data prevista para o retorno do Parlamento.
Caso apenas um candidato alcance o apoio mínimo, não haverá votação e esse candidato será eleito líder do Partido Trabalhista e assumirá o posto de primeiro-ministro.
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