Alibaba move nova ofensiva legal contra governo dos EUA, buscando retirar-se de lista de defesa. Ação foi protocolada em tribunal federal na Califórnia. A empresa contesta a designação de que tem ligações com o militares chinês e pede revisão integral.
Do Departamento de Defesa, a inclusão de Alibaba na lista é justificada pela alegada participação da companhia na fusão militar-civil, ligada à base de defesa chinesa. A empresa, porém, afirma que nenhum membro de seu conselho tem ligação militar.
A ação ocorre em meio à expansão recente da lista negra, que passou a abranger nomes como Baidu, BYD e Nio. A designação não bloqueia imediatamente recursos, mas impõe sanções operacionais a partir de 30 de junho, com restrição de negócios com entidades blacklisted.
Contexto da lista de defesa
Alibaba sustenta que atua apenas no varejo e na nuvem, não em áreas de armas ou inteligência. A empresa argumenta ainda que todas as multinacionais que operam na China devem cumprir regras locais idênticas, sem exceções. O DoD não comenta o litígio, citando ongoing litigation. A BBC busca ouvir representante da Alibaba.
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